23 enigmas para desvendar 70 anos de dúvidas e inquietações

Se há um período da história do nosso tempo que se possa considerar mais acentuadamente pródigo em mistérios, é sem dúvida o da Segunda Guerra Mundial. (citação do livro – página 11)

Dissipar a bruma de 23 enigmas da Segunda Guerra Mundial impõe-se como dever cívico e consciente de compreender totalmente o que se passou, como determinados acontecimentos tiveram origem, e que peças do puzzle não conhecemos e deveríamos conhecer.
Neste puzzle há batalhas sangrentas por explicar, destinos de espiões por averiguar, casos insólitos por descobrir, traições por desvendar e fugas por revelar. Uma galeria fascinante de estrategas, espias, aviadores, soldados, marechais, generais, polícias, políticos, traidores que inclui nomes como Churchill, Roosevelt, Estaline, Darlan, Pétain, o general Giraud, Hitler, Goering e outros, salta destas páginas para nos mostrar a sua história, uma história que durante demasiado tempo permaneceu envolta em mistérios.

23 enigmas para desvendar 70 anos de dúvidas e inquietações

1. «A resistência aos alemães, comandada de Lisboa por um agente polaco», revela os bastidores de uma das muitas manobras cujo êxito foi discutível e se desenrolaram na bela cidade de Lisboa.

2. Em «A garrafa de conhaque que ia matando Hitler», prova que, mesmo em pleno domínio do nazismo, na Alemanha, havia gente que desejava e arquitetava a morte do ditador.

3. O enigma de «Quem matou Darlan» está, sobretudo, relacionado com o mandatário — ou mandatários — do crime, e não com o criminoso. Este, o jovem Bonnier de la Chapelle, pagou o seu gesto com a vida. Mas o enigma persiste.

4. Em «O misterioso caso Tukhatchevski» estamos em junho e na distante URSS. Juntamente com mais sete condenados, o marechal Tukhatchevski — antigo oficial do exército do czar, que se tornara um dos mais prestigiosos chefes do Exército Vermelho — é fuzilado sem qualquer julgamento. Mas porquê?


5. «As armas da noite» levam-nos a Inglaterra e à França ocupada, em agosto de 1940. Estamos em plena «batalha de Inglaterra», quando a aviação inglesa luta furiosamente contra a poderosa Luftwaffe, e acaba por vencer, o que era impensável na época.

6. Com «A incrível rede da Orquestra Vermelha» voltamos à Alemanha e mergulhamos em complicadas operações de espionagem.

7. «Katyn, 4500 supliciados sem carrasco». Katyn é uma enorme e espantosa vala comum para a qual foram lançados cerca de 4500 corpos. Todas as vítimas envergam uniformes de oficiais polacos. Quem os matou? Os alemães acusam os russos, e estes, por sua vez, acusam os alemães.

8. Em «O testamento secreto de Roosevelt», lemos sobre a entrevista que o presidente Roosevelt concedeu à jornalista francesa Geneviève Tabouis, na Casa Branca, vinte e nove dias antes de morrer. Um testamento secreto? Talvez...

9. Voltamos à capital portuguesa e italiana em «Roma e Lisboa na Segunda Guerra», palcos de inúmeros esquemas e estratégias sombrias para determinar o curso da guerra.

10. Em «O avião mistério da guerra louca» o céu arde de expectativa para Hitler... até ele se ver obrigado a abandonar o Plano Amarelo. Os céus nunca lhe pertenceram.

11. Em «Skorzeny quis assassinar Ike?» uma missão corre mal em Paris e Ike Eisenhower não foi morto. Ficou a dúvida das verdadeiras intenções do soldado Skorzeny, tratado inclusivamente pelo médico de Hitler.

12. «Rommel: O Homem a Abater» revela que os alvos a abater facilmente se perdem. Afinal, não só não se encontrava no local esperado como é provável que tenha havido um equívoco deliberado... mas por que motivo?

13. A «Gata» ou madame Le Carré é a célebre «espia do chapéu vermelho»... mas não seria suposto os espiões serem discretos e reservados? Que intuito teria ela em fazer-se destacar da multidão parisiense com um exuberante chapéu vermelho?

14. Ninguém sabe onde nem quando morreu o fiel delegado do general de Gaulle e primeiro presidente do Conselho Nacional da Resistência, Jean Moulin. Foi ele o unificador da Resistência francesa, simplesmente conhecido pelo nome de Max. Mas quem o traiu?

15. A operação Jubilee na batalha de Dieppe causou milhares de mortes, tendo sido dos cenários mais dantescos de uma guerra sádica. No entanto, nenhum soldado conhecia o propósito da missão, salvo duas ou três pessoas que se viram atraiçoadas pelo destino, morrendo antes de se conseguir revelar a verdade. Falha de comunicações e líderes experientes: porque correu tão mal? O que iam as tropas canadianas, britânicas e americanas lá fazer? Teria sido um ensaio para o Dia D?

16. Em «Mers el-Kébir: mal-entendido, premeditação ou fatalidade?», a esquadra francesa em Mers el-Kébir vê-se subitamente indefesa, prestes a entrar numa guerra entre a França e a Grã-Bretanha... resta alguém explicar porquê.

17. Macau também será palco de mistério, pretendendo-se descobrir a identidade de um gangster sinistro que percorre as ruas de uma cidade cheia de refugiados e crianças com fome... Wong Kong Kit, assim é o seu nome. 

18. «A estranha espera de Dunquerque» permanece ainda por destrinçar: enquanto o marechal Rundstedt deixou escapar as forças britânicas no intuito de negociar a paz, o marechal Kesserling pretendia esmagá-las com a sua Luftwaffe...

19. Também se relatam fugas neste livro, sobretudo a mais célebre de todas: Rudolf Hess, que acreditava possuir uma missão, em «A extraordinária fuga de Rudolf Hess».

20. Nem sempre Churchill, com a sua eloquência, força intelectual e presença de espírito, triunfou sobre todas as negociações. Neste caso, Singapura, porto naval e aéreo britânico, não se revelou sólida o suficiente para não envergonhar a Grã-Bretanha, em «Singapura: a grande humilhação de Churchill».

21. «Varsóvia: última vitória de Hitler», foi uma tragédia violenta que se abateu sobre o povo polaco. E ainda não se apuraram os responsáveis.

22. «O caso de Vercors» resultou em centenas de vítimas mortais. Soldados abandonados na hora de combater, aldeias consumidas pelos ataques explosivos alemães. Mas houve quem negasse tudo isto...

23. O último enigma ainda é questionado por muita gente: para onde foi Hitler? Em 1950, os Russos adotaram a tese da morte de Hitler como sua doutrina oficial, como já haviam feito os Norte-Americanos, os Ingleses e os Franceses, mas o enigma do cadáver desaparecido mantém-se... Hitler morreu realmente no “bunker”? Se assim foi, como morreu? E quem o matou? [...] Que aconteceu ao seu cadáver? Foi queimado? Foi enterrado? Onde? (citação livro – página 439)
Publicado em 6 Agosto 2015

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