Acácia - O Povo das Crianças Divinas - Crítica no blogue Segredo dos Livros

Neste 4º volume sobre a Acácia, é-nos explicado o destino das crianças negociadas pela Liga na quota.
Estas crianças, objecto de troca pela bruma, são sondadas pelos Lothan Aklun, povo com poderes de feitiçaria, que advinham os seus potenciais poderes e, como tal, as colocam ao serviço do povo Auldek. Estes utilizam-nas quer como escravas em diversas tarefas, quer como plantadoras de bruma, quer como criadas, mas também para travarem lutas entre os diversos clãs, porque não derramam sangue entre si. A outras sugam-lhes as almas, para alimentarem os corpos de quem servem, dando-lhe mais vidas. Mas o mais cruel é que as transformam com as características dos diversos totens, tatuando-as, mas também infligindo-lhes modificações genéticas. Estas, embora guardando recordações do passado, têm uma dependência enorme dos seus donos, não se conseguindo libertar. As crianças que lutam e matam os seus iguais, são designadas as Crianças Divinas. Dariel é prisioneiro destas crianças, auto denominadas Povo Livre. Embora, de início, seja visto como um Akaran, logo um traidor, vai pouco a pouco representar a esperança e antevejo que venha a ter, no futuro, um papel importante. Os Auldek decidiram empreender uma guerra contra o Reino de Acácia e desistir da sua imortalidade, com a esperança de recuperaram a sua capacidade de procriar. A Liga, ocultando o seu envolvimento, avisa a rainha Corinn da ameaça, mas, com este aviso, vai colocá-la em risco bem como toda a sua família, incluindo o seu filho, porque a sua guarda privada, os Numrek, são o primeiro passo para esta guerra, já que são um clã expulso do povo Auldek. Corinn consegue salvar o filho com ajuda da irmã Mena e apelando à magia. Só que, cada vez que usa a magia, há um mal que também é libertado, porque a linguagem do Doador, quando usada por outros, é distorcida. Os Santoth conseguem convocar Shen, filha de Aliver, e alertam para o seu pressentimento de uma grande guerra sem precedentes e o perigo da magia. Conseguem obter o perdão do exílio e dizem que é urgente ir ter com a rainha. Esta torna-se mais uma vez inflexível e fria, sobretudo para a própria família. Afasta Mena, enviando-a para uma missão quase suicida. Pressentindo o próprio perigo, tenta ressuscitar Aliver para a ajudar. Mas será que ele aceita? No fundo, as Crianças Divinas não serão também os futuros herdeiros de Akaran? Corinn tem um filho. A companheira de Dariel também está grávida e Aliver deixou uma filha no mundo, mesmo desconhecendo-o. Teremos que esperar pelo próximo volume para ver o desenrolar da guerra e ver se, finalmente, todos conseguem a paz. Uma série fantástica, de que não nos conseguimos separar.

Publicado em 29 Julho 2013

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