Highlander - O Domar do Guerreiro - Crítica no blogue O Mundo Encantado dos Livros

Este foi sem dúvida um livro que me arrebatou por completo e que não me deixou descansar até ter terminado a leitura.
Para ser sincera já andava há muito tempo para começar a ler esta saga, cheguei mesmo a perder a conta das vezes que me vi, em várias alturas, com livros desta serie na mão e sempre desisti de os comprar no último minuto. Olhando agora para trás, posso afirmar que fui uma tola, que devia ter seguido o meu primeiro instinto e também as opiniões de uma amiga que me afirmava que estes livros tinham uma qualidade imensa e que não me iria arrepender. Agora arrependo-me, mas de não ter seguido o seu conselho.
Karen Marie Moning é, sem dúvida, uma autora que nos marca de uma forma surpreendente, que a todo o momento nos deixa a suspirar e que adora fazer com que a nossa imaginação esteja sempre a trabalhar ao longo da leitura dos seus livros. Esta serie, passada na Escócia do seculo XVI, tem como base a lenda celta dos Berserker, criaturas sobrenaturais e de poder imenso que matavam todos aqueles que apanhavam pela frente. Aproveitando esta lenda, a autora criou um romance incrivelmente sensual e que me cativou até à última página, deixando-me bastante curiosa acerca dos outros livros desta saga Highlander.
Como este é apenas o segundo livro da saga (faltam sair em Portugal o terceiro e o oitavo livro da saga), apenas aparece em algumas cenas as personagens principais do primeiro livro, Açor e Adrianne, pois estes são grandes amigos de Grimm. Adorei a personagem de Grimm, que apesar do seu passado cheio de cenas aterrorizantes e de mal entendidos, conseguia manter a sua mente sã e sempre soube distinguir as suas prioridades, coisa que muitas vezes é esquecida ao longo de uma história. Foram muito engraçadas as cenas de provocação entre ele e Jillian, desde o início que era notório os sentimentos de ambos, apenas não conseguia descortinar o que haveria por trás de certos acontecimentos da trama. Em relação a Jilian, ela própria era uma personagem forte, com ideias e princípios muito bem definidos. Ao contrário daquilo que estamos habituados, ela não era caracterizada como uma mulher fraca e sem vontade própria, algo bastante comum na época retratada neste livro. Ela sabia o que queria e lutou por isso até ao fim, conseguindo o seu final feliz.
Foi sem duvida um livro esclarecedor e com o qual me tornei fã da autora. Sem dúvida que esta é uma saga que irei continuar a seguir.

Publicado em 14 Março 2013

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