Magia ao Vento - Crítica no blogue D311nh4

A cada geração nascem sete irmãs, a mais nova fica encarregada de ter sete filhas e por aí adiante.
Ligadas por um vínculo poderoso, estas jovens veem-se, uma a uma, a ter de lidar com o seu destino, previamente escrito.
O primeiro livro (de sete) é dedicado à irmã mais velha, Sarah. 

O destino de Sarah cruza-se com Damon, um homem atormentado por um episódio traumatizante do seu passado, e, a partir do momento em que o portão se abre para ele, Sarah sabe que este homem vem  revolucionar a sua vida.

O enredo está carregado de superstições interessantes e a magia é uma constante, porém, a descrição dos acontecimentos é apressada, acabando por falhar na ligação autor-personagem.

A escrita é simples, mas essencialmente dirigida aos sentimentos de Damon e Sarah. Esta é enaltecida constantemente por Damon e pelos habitantes da cidade. Aliás, todas as irmãs são colocadas, pelos vizinhos, num pedestal, parecendo que nenhuma ação, desempenhada por elas, pode alguma vez ser negativa.

Em suma, o livro ganharia muito mais, se lhe fossem dedicadas mais umas quantas páginas e mais peripécias diárias, para, assim, o leitor poder conhecer a protagonista, entender o fascínio e, talvez, partilhá-lo. Uma vez que a temática é curiosa e bem pensada.

Publicado em 8 Junho 2012

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