O Fundador do Paraíso



O Fundador do Paraíso

Sem censuras nem meias-palavras, n’O Fundador tece-se a história de Tomé de Sousa, o primeiro governador desse paraíso descoberto no século XVI, a Terra de Vera Cruz, o Brasil. Nascido e criado na Póvoa de Varzim, é ao serviço de D. João III que vai como governador para o Brasil, onde, ativo e diligente, organiza as instituições administrativas e promove a cristianização dos indígenas, colonizando a terra de Vera Cruz em nome de Portugal, tendo inclusivamente fundado a cidade de Salvador da Baía.

Numa leitura fluida e divertida, Aydano Roriz oferece um retrato autêntico da época, com as suas loucuras, pecados e aventuras em torno do desbravamento de uma terra maravilhosa, porém desconhecida. Tomé de Sousa, lado a lado com padres e tribos indígenas, empreende a tarefa épica de erguer uma cidade numa colónia até então desprezada e entregue a bêbados, degredados e náufragos. Neste livro efervescem intriga política, cruzamento de culturas, sexo e pecado, encantamento e sabedoria – tudo isto numa deliciosa fórmula de sabor tropical.
 


Quem é quem?

Tomé de Sousa

Filho ilegítimo de um padre, consegue singrar na vida através da sua excelente conduta de fidalgo respeitador e trabalhador, (além de aparentado de um conde) pertencendo inclusivamente à casa de Dom João. Diplomata, leal e grande humanista, Tomé de Sousa é o escolhido pelo rei D. João III para administrar, organizar e povoar a cidade de São Salvador da Bahia. Aí redescobre a sua identidade nos meandros da aventura nesse paraíso desconhecido e do pecado, mantendo-se porém leal àqueles que estima, tendo a seu lado o seu bom amigo Garcia d’Ávila e Carumuru.

Garcia d’Ávila

Subalterno, ajudante e amigo de Tomé de Sousa, Garcia d’Ávila foi um fiel companheiro nesta empreitada nas terras do Brasil. Atencioso e de bom coração, Garcia d’Ávila acompanha Tomé de Sousa desde o início, descobrindo mais tarde o seu próprio rumo como fazendeiro e dono de terras na Bahia, apaixonando-se pelo paraíso encantador aonde o destino o levou. O próprio Garcia se surpreende face ao seu sucesso como empreendedor, visto que era órfão e foi educado por padres, trabalhando em diversos ofícios até se cruzar com Tomé de Sousa.

Caramuru

Ou Diogo Álvares. Endividado devido ao vício do jogo, embarca numa aventura até ao Brasil na busca de pau-brasil, valioso material que decerto lhe pagaria todas as dívidas e lhe limparia a reputação. No entanto, naufragou na costa brasileira, tomando depois contacto com a tribo tupinambá que o batiza de Carumuru (moreia). Irascível mas bondoso, Carumuru ensina diversas técnicas de conservação de alimentos, conta histórias e tem um papel de mediador entre os recém-chegados da metrópole e a tribo, o que o leva a ser muito respeitado pelas gentes indígenas. Trava grande amizade com Tomé de Sousa e Garcia d’Ávila, sendo que uma das suas filhas acabará por se ligar a este último.

Publicado em 17 Março 2015

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