Os Três - Crítica em Leituras ao Sol



E se caíssem quatro aviões no mesmo dia, com um intervalo de poucas horas, em quatro lugares diferentes do mundo? Seria uma autêntica catástrofe… E se em cada um dos acidentes tivesse sobrevivido uma criança?
 
Esta é a história do livro “Os Três”, escrito de uma forma brilhante através de uma compilação de relatos fictícios (recolhidos por uma jornalista, Elspeth) de várias pessoas que testemunharam esta catástrofe (chamada a Quinta-feira Negra), desde familiares de vítimas a polícias e bombeiros presentes no local do acidente.
 
A sobrevivência das três crianças leva a que se instale uma confusão a nível mundial, a partir do momento em que nascem teorias sobre o que realmente aconteceu. Desde uma versão religiosa que leva este desastre como um presságio do final do mundo e que acaba por provocar a morte de muitas pessoas, até à teoria que as crianças tinham sido raptadas por extraterrestres e que lhe tinham sido implantados chips.
 
No meio do desastre e da confusão que se instalou, Elspeth tenta apenas descobrir a verdade e está disposta a um pouco de tudo para a conseguir.
 
Começando por falar um pouco da capa, considero-a muito apelativa, aliás, foi esta que me chamou à atenção para o livro.
 
Não entendo a classificação deste livro como “terror”. Se ele é um pouco mórbido? Sim é, estamos a falar de desastres de aviões e de muitas mortes, mas não considero um livro de terror (na minha visão talvez se enquadre mais em suspense).

“Os Três” é um livro brilhante que, na minha opinião, só peca por ser um pouco repetitivo a meio. É um livro que deixa o leitor agarrado à história desde a primeira página e que não o deixa parar de ler até terminar.
Publicado em 27 Janeiro 2015

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