Sangue Mortífero - Crítica no blogue Bué de Livros

Sangue Mortífero é o nono livro da saga Sangue Fresco, um enorme sucesso literário da escritora americana Charlaine Harris.
O enorme sucesso dos livros originou a série True Blood (Sangue Fresco em Portugal). A série não é fiel aos livros, acrescentando e omitindo personagens e situações. Tem ainda um forte cariz adulto.
Neste livro, Sookie continua longe de ter um quotidiano rotineiro; os lobisomens e os metamorfos decidem, à semelhança dos vampiros, revelar a sua existência e isso equivale a que o patrão do Merlotte's, Sam, se revele como tal, o que é acolhido sem sobressaltos, aparte alguns comportamentos fanáticos que rapidamente caem no esquecimento. Não ajuda quando uma metamorfa é encontrada crucificada no parque de estacionamento do bar, levando a uma onda de desconfiança e medo.
Do lado da vampiragem, o Rei do Nevada envia um representante que faz a vida negra a Eric, que tenta conservar o seu poder e prestígio como xerife ao mesmo tempo que jura amor eterno à nossa telepata de serviço; todas as histórias de amor são complicadas e a deste casal não foge à regra.
Para ajudar á festa, Sookie recebe a visita de Niall, que a avisa de uma guerra entre os da sua espécie, o que pode ser fatal para a jovem, por ser sua parente. Como se Sookie já não tivesse problemas suficientes, tem agora de estar alerta a algumas fadas malvadas de serviço, bem longe do estereótipo bondoso a que estamos habituados.
Claro que Sookie se safa sempre, mas a cada aventura, são mais as baixas que se somam e neste livro não é diferente. Uma mistura de policial e fantasia urbana, Sangue Mortífero entretém e confirma Sangue Fresco como umas das melhores saga do género.

Publicado em 21 Junho 2013

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