Windhaven - Crítica no Leituras do Fiacha

George Martin é um dos meus escritores favoritos, já fui por diversas vezes surpreendido pelas surpresas que nos prega. Adoro A Guerra dos Tronos que é uma serie amplamente conhecida e onde o escritor, quanto a mim, é genial. Só desejo que acabe a saga tal como a começou, isto é bem e embora me pareça, que o escritor andou ali um pouco perdido no último livro, os últimos capítulos deixaram-me tranquilo e com a certeza que o melhor ainda está para chegar. 
Mas quis experimentar ler outros livros do escritor e que bela surpresa foi ler o seu livro, “Sonho Febril”, escrito há imenso tempo, muito antes de toda esta onda sobre vampiros, considero ser um dos melhores livros dentro do género (sobre vampiros).
Não li, ainda, os livros de contos do escritor onde muitos deles visam a FC, como por exemplo "O Cavaleiro de Westeros e outras histórias" (curiosamente o único livro que tenho autografado pelo escritor), pois não sou muito de ler livros de contos, embora já tenha lido alguns e de qualidade como a Voz do Fogo de Alan Moore. No entanto, nunca pensei ser surpreendido com tanta qualidade do escritor a nível de FC, neste “Windhaven” que deve ter sido o livro que li mais rápido, tal a ansia que o livro me provocou. Agora entendo bem o porquê de várias pessoas elogiarem tanto o seu trabalho de FC, fiquei completamente satisfeito com este livro e com vontade de ler mais histórias do escritor neste género literário. 
O livro tem tudo de bom a que Martin já nos habituou e acaba por ser um livro com uma escrita muito fluída, com um universo bem planeado, consistente, bem preparado e com personagens que rapidamente nos conquistam. 
Constituído por 3 novelas sempre com Maris como personagem central, que foi crescendo imenso à medida que o livro avança, qualquer uma destas novelas nos cativa. Se a primeira é bem desenvolvida, a segunda apresenta-nos outra personagem, bem complexa e interessante, que dá o nome à novela Val, também conhecido como Monoasa , e que veio revolucionar por completo o desenvolvimento do enredo. Depois temos um final muito bem conseguido. 
Um livro comovente, onde sofremos pelos personagens, desejando que consigam concretizar os seus objetivos, que fala de liberdade, na luta contra uma sociedade estagnada e com leis injustas, da necessidade da respetiva mudança, de justiça, de valores e que nos cativa desde a primeira página, levando-nos ao ponto de nos emocionar em vários momentos. 
Não sei mais como elogiar o livro, mas para terminar quero partilhar convosco a forma como acabei por ler os livros do universo das Jóias Negras da Anne Bishop. No seu primeiro livro vinha uma citação que o livro iria agradar a todos os admiradores da escritora Juliet Marillier. Na altura andava fascinado com a Juliet e levou-me a ler os livros da Anne Bishop. Embora não tenham nada a ver, estilos completamente diferentes ainda assim tinham algo em comum, a qualidade dos universos criados. 

Assim deixo a minha citação pessoal: 
"A todos os admiradores de Anne Bishop, Juliet Marillier, Robin Hobb e mesmo Jacqueline Carey, leiam este livro e no final sentirão o fascínio de ter lido uma bela historia....algo verdadeiramente MÁGICO"
Publicado em 15 Outubro 2013

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