Pura Malícia
Jill Mansell
Chancela: Chá das Cinco
Data 1ª Edição: 21/10/2011
ISBN: 9789897100185
Nº de Páginas: 352
Dimensões: [160x230]mm
Encadernação: Capa mole
Preço Capa: 18,85 €
Preço Final: 16,96 €
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Sinopse
Um bestseller garantido da rainha do chick-lit!
Não é que Janey não tenha ficado feliz por ver a irmã, mas ser acordada às sete da manhã por Maxine, trajada de noiva e com escolta policial, não foi bem a maneira como planeara começar o seu domingo. Contudo, a vida nunca é entediante quando Maxine está por perto e Janey, a reconstruir a vida após o desaparecimento do marido, fica encantada com o regresso da irmã. As coisas só começam a aquecer quando Maxine põe a vista em Guy Cassidy, um fotógrafo de moda tão competente quanto deslumbrante - é que Janey sabe que não há limites para as tropelias que a irmã vai fazer para destruir a concorrência. O que elas não sonham é que a concorrência está mais perto de casa do que imaginam... 










"
o viuvo Guy não cai nos encantos encenados de Maxine, mas aos poucos encontra a mulher que quer ao seu lado para criar os seus dois filhos, a discreta Janey. . "
Segundo livro desta autora e a opinião continua na mesma. Penso que Jill Mansell não tem pontos fortes, mas apenas pontos um pouco melhores. O que se destaca mais talvez seja o humor que aparece de surpresa em situações bastante inesperadas!
Neste caso o humor surgia através dos filhos de Guy, principalmente da menina. Adorei quando ela "coleccionou" as palavras proibidas e logo que pode as aplicou numa unica frase. Só mesmo lendo para perceberem, mas foi a cena que mais me ficou.
De resto, o romance está muito patente com vários casais e troca destes, e que se encontram lições de moral e de vida em cada um deles, mas sendo a principal que não se pode confiar nos homens... e muito menos nas mulheres!
Janey, a personagem principal, apesar de tudo acaba por ser um pouco apagada pela personagem da irmã Maxine, que tem muito mais carisma, é muito mais engraçada e tem uma vida muito mais animada, começando logo com a sua fuga em vestido de noiva. Janey é portanto a personagem tímida, com baixa auto-estima, cujo marido desapareceu e que se apaixona de uma forma muito lenta e pouco entusiasmante pelo viúvo e pai de dois filhos, famoso e bonito.
Com muito glamour e simplicidade esta obra é uma mistura contraditória de características, mas todas muito suaves. É um livro que se vai lendo, vai se gostando, mas chegamos ao final e exclamamos: "Só isto?"."
Mais uma vez, Jill concede-nos o prazer de apreciar uma leitura burlesca e cheia de peripécias cómicas que constituem uma história romanceada - muito ao estilo Mansell.
De leitura leve e prazerosa, muito longe de aborrecido, este livro dá-nos a conhecer duas irmãs muito diferentes entre si mas igualmente hilariantes. A elas, junta-se um elenco de personagens muito interessantes, que despertam a nossa empatia (?bem?nem todas?) e que, cada um à sua maneira, colaboram para o desenrolar da história principal. Até as crianças presentes na narrativa fazem o seu pequeno contributo, tornando as situações ainda mais deliciosamente caricatas.
Jill não perde tempo - o ritmo do livro corre de forma estimulante e, por vezes, inesperado. Surgindo sempre situações novas para somar à confusão central.
Desde o início do livro, quando nos cruzamos a meio da noite com Maxine vestida de noiva a tentar atestar o carro sem ter um tostão na carteira (Okay?ela nem a carteira tinha!), apercebemo-nos de que o livro vai ser, no mínimo, interessante!...
Contudo, e apesar de o final ser bastante agradável, parece ter sido composto de uma assentada - à pressa - centrando-se apenas em Guy e Janey. É comum que Jill Mansell baseie a história apenas na narrativa de como um casal acabou por ficar junto e pouco mais a partir daí, mas ao levar-nos a ganhar afeição a Maxine, deixa-nos pendurados no final a querer saber mais sobre o que lhe aconteceu, sobre os seus sentimentos acerca da reviravolta final da sua vida. Isto, claro, apesar de Janey ser claramente a protagonista - e esta é uma grande falha da edição portuguesa deste livro: na capa não figura Janey mas sim uma representação de Maxine (cabelo loiro compridíssimo, magrérrima e lindíssima). Mas pelo menos é uma capa bem mais bonita que a original!
Este é um daqueles livros que gostaríamos de recomendar mas nem sabemos bem como o fazer porque a história não é, só por si, nada de extraordinário?é a composição fenomenal do livro que nos cativa. Portanto alegar que «só lendo?» (enquanto exibimos distraidamente um sorriso nostálgico ao recordar as mais infames peripécias deste livro), parece-me ser a melhor solução para este caso!"